Macau: noticias fakes tomam conta das redes sociais; vereadores acusam prefeito que rebate a informação de doença

13 de maio de 2020 | _
Durante a pandemia, o desafio das autoridades, além de evitar a rápida propagação do coronavírus, é combater a desinformação causada por notícias falsas ou distorcidas. A tarefa fica ainda mais difícil quando até mesmo autoridades usam do expediente para divulgar informações falsas, mesmo em tempos difíceis como estes, a oposição ao prefeito Tulio Lemos em Macau, não dá trégua e vive criando fake news contra a gestão do prefeito. A irresponsabilidade de espalhar falsas informações divulgadas diariamente pela oposição nas redes sociais, fez com que o gestor direcionasse as discussões para o âmbito judicial, tendo em vista que fake news é crime.

A ultima foi em relação a sua saúde. Os vereadores Kekel e Cláudio Gia divulgaram em suas redes sociais a notícia de que o prefeito estaria contaminado pelo coronavírus.

Pelo outro  lado o prefeito Tulio Lemos nega, que tenha sido acometido pela doença e faz desafio aos acusadores de que eles façam exame toxicológico.

O blog repudia esse tipo de política que não acrescenta nada a sociedade, se não intrigas e desserviço. Os vereadores já estão a 90 dias sem dar 1 expediente se quer, sem participar de sessões alguma, apenas fazendo intrigas em redes sociais.

No blog Cidade do Sal vejo que o prefeito Tulio Lemos em contato pelo whatsapp com o blogueiro Irineu argumentou sobre o ocorrido:

“ faço o teste da COVID-19 se for preciso para que toda Macau tenha ciência que não estou doente. Se estivesse seria o primeiro a assumir tal fato. Essa doença é coisa séria e não deve ser tratada como brincadeira na vida pessoal de qualquer um macauense.” e continuou Tulio... “ Que pena que a nossa política chegou a esse ponto de inventar fatos para atingir seu inimigo politico. Nesse momento temos que ter o cuidado com nossos irmãos macauenses, notícias fakes não ajudam nesse momento difícil que as famílias passam estando de quarentena pensando no bem-estar dos seus entes queridos.”

Os atos relacionados à criação, à divulgação e à disseminação de informações falsas podem ser enquadrados em pelo menos oito artigos do Código Penal e um do Código Eleitoral, com penas que vão desde a aplicação de multas até a prisão e a perda de direitos políticos.