A farsante justiça brasileira que age conforme suas preferências políticas

29 de junho de 2019 | _
Não importa se é em Macau ou em Florianópolis, a justiça tem seus pupilos na política e os protegem, descaradamente. De outro lado tentam incriminar seus desafetos de qualquer maneira. Exemplo, é a própria Lava Jato, que prendeu Lula e deixou o Aécio e o Temer soutos.

Agora com os vazamentos de mensagens entre Moro e o MPF pode-se nitidamente dizer que tudo não passou de atos políticos para tirar da reta a esquerda liderada por Lula.

Depois que o site The Intercep revelou conversas entre Deltan Dallagnol e o então juiz Moro, a Folha revela mais trechos, exclusivos, da troca de mensagens entre os procuradores da Lava Jato.

Veja a trama que ensaiou o promotor Dallangnol, contra o ex-governador da Bahia Jaques Wagner, eleito senador da republica.

O escandaloso diálogo entre Deltan Dallagnol com o procurador Athayde Ribeiro Costa, onde o coordenador da Lava Jato tenta encomendar uma operação de busca e apreensão contra o então senador eleito pela Bahia,  Jaques Wagner, sem nenhuma motivação senão a política, pois temia que, com mandato, o ex-governador passasse à jurisdição do Supremo Tribunal Federal:

“Isso é urgentíssimo. Tipo agora ou nunca kkkkk”(…) só podemos fazer BAs [operações de busca e apreensão] nele antes [da posse]”.

Às objeções de que não havia elementosa para justificá-la e de que Wagner já havia sofrido uma investida policial, Dallagnol responde que ” se tivermos coisa pra denúncia, vale outra BA até, por questão simbólica”.

Simbólica, vejam só.

Athayde se refere à possibilidade de encontrarem razões em outro processo e Deltan comemora: “isso seria bom demais”.

O efeito condreto disso é que, na primeira sessão do Senado, Deltan Dallagnol srá convocado a depor na casa. Convocado, não convidado, porque mesmo aos lavajatistas será difícil negar ao colega o direito de inquirir seu perseguidor com as devidas consequências legais.

À  justiça brasileira, nenhum respeito.