Nem na ditadura houve tantos ataques à ciência

20 de maio de 2019 | _
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Danilo Santos de Miranda, diretor-geral do Sesc São Paulo, diz que no governo Bolsonaro há uma grave incompreensão do papel da cultura para o desenvolvimento do país. Dos 76 anos de vida completados em abril, ele passou 51 trabalhando no Sesc São Paulo, 35 deles como diretor-geral, informa a apresentação da entrevista.

Ao longo desse meio século, conta que diferentes governos já quiseram interferir na administração do Sistema S, que envolve ainda instituições como Senai, Senac e Sebrae. Na gestão de Jair Bolsonaro (PSL), no entanto, afirma que esse discurso é “mais agressivo” e que nunca viu algo parecido, nem durante a ditadura militar.