Articulação do prefeito Paulinho pode levá-lo a navegar na marola ou deixá-lo a ver navios

3 de maio de 2019 | _
Pode nem ser voluntário, mas tem surtido efeito a propalada desunião entre aliados políticos na cidade de São Gonçalo do Amarante, onde cresce a cada dia 1 clima de incerteza em relação a gestão Paulinho. O executivo tem levado umas boas bordoadas de "aliados" na câmara. A pouco mais de 1 ano das eleições municipais, o prefeito Paulinho que tem direito a reeleição tem se dedicado a continuar no posto mais importante da cidade (prefeito), ele tem trilhado o caminho para na tentativa de se manter no cargo no próximo pleito, mas o prefeito precisa mudar a estratégia, isso se tem uma. Caso não haja, ta passando do tempo de planejar.

A política é muito dinâmica e o tempo não perdoa, castiga quem deixando a ver navios que muito espera. Diante do momento turbulento, onde aliados busca crescimento político com vistas as eleições majoritárias, o prefeito precisa dar o pulo do gato e anteceder-se.

Paulinho tem perdido tempo, adiado conversas importantes com novos aliados para tentar reverter picuinhas políticas dentro do legislativo. Deve o gestor articular novos rumos. Tratar de novas  composições, isso aumenta o rebanho e acalma os rebeldes que vão se ver na corda bamba, com possíveis perdas de benefícios (cargos), não fazendo dessa articulação, é o prefeito que ficará equilibrismo.

A eleição bate a porta, partidos e lideranças começam a se mexer. O líder tem nesse momento que puxar a corda, engrossar o caldo e acalmar o mar revolto e cair na marola ou no contrário na tempestade.

Apesar de não ser marqueteiro político, a experiência me acostumou a observar cenários e movimentos. E é claro que se eu fosse consultado sobre estratégia inteligente por qualquer candidato, apontaria este caminho. O clima de incerteza gera mídia e exposição gratuitas.

Paulinho é candidato natural, mas em seu grupo já começa a surgir nomes fortes como Edson Valban (PV) vereador presidente da Câmara, já na pré-campanha para 2020.

Tudo vai depender da visão e articulação do gestor. Se vai esperar pra ver no que dar, ou se contra ataca para conter os ânimos.