TST proíbe greve contra privatização e Reforma da Previdência; sindicatos com mordaça

13 de fevereiro de 2019 | _
A escandalosa decisão do TST de tornar “abusiva” qualquer greve contra a privatização tem mais de um alvo. É em primeiro lugar ajudar Bolsonaro e o mercado financeiro nacional e imperialista a abocanharem o metrô paulista, bancos públicos, SABESP, Eletrobras e parte do petróleo, mas também tem como alvo impedir a luta contra a reforma da Previdência, a "mãe de todas as reformas", como dizem os analistas de economia.


A argumentação mediante a qual o TST decidiu impedir greves “políticas” contra a privatização pode facilmente ser estendida a qualquer luta da classe trabalhadora.

Essa decisão do TST tem como pano de fundo a ideia de que não cabe aos trabalhadores fazerem política. Cabe só aos empresários e aqueles que os sirvam com terno e gravata ou toga.