Igreja Católica sob olhares do serviço secreto brasileiro e Igrejas Evangélicas no ataque a Mourão

10 de fevereiro de 2019 | _
O "Império Contra ataca" é o título que combina com os últimos acontecimento dentro e fora do governo Bolsonaro. São uns torcendo por sua saúde outros por sua morte e, tudo isto enquanto o país segue desgovernado e sem presidente de fato, pois Jair está desde o dia (27 de janeiro) no Hospital Albert Einstein onde se encontra internado.

Nesse tempo surgiu de tudo, envolvendo seu partido, seu filho senador e seus auxiliares. A novidade agora são as espionagens contra a Igreja Católica, investigada pela ABIN sob o comando do General Heleno, que 2º informações do jornal Folha de São Paulo, o Palácio do Planalto quer conter o avanço da Igreja Católica na liderança da oposição ao governo Jair Bolsonaro.

Para o Planalto Bolsomita a Igreja é 1 tradicional aliado PTista. O general Heleno tem informações de que as lideranças católicas e a ala esquerda política tem se encontrado em reuniões (cardiais e políticos), além de recentes reuniões envolvendo o Papa Francisco e Cardiais brasileiros, para discutir o Sínodo sobre Amazônia, que reunirá em Roma, no mês de outubro, bispos de todos os continentes.

Outro caso envolvendo a Igreja, desta vez Evangélica e o Planalto, trata-se do discurso independente do vice-presidente Hamilton Mourão, que se revelou a favor do aborto e contra a transferência da embaixada brasileira de Telavive para Jerusalém em Israel, indo de encontro a doutrinas de Igrejas Evangélicas, principal pilar na campanha Bolsomita. O seguimento não tem gostado do discurso de Mourão quando ele tem se pronunciado contra o que foi combinado entre Igreja e o presidente.

Estes pontos estão complicando a relação do Palácio do Planalto com os parlamentares evangélicos e os líderes das denominações elemento-chave para a sustentação do bolsonarismo.