Entrevista de Queiroz é como a cantiga do elefante que incomoda muita gente 1, 2, 3...

28 de dezembro de 2018 | _
O fiasco que foi a entrevista de Fabrício Queiroz começa a preocupar os Bolsonaros, pela fragilidade e contradições durante sua entrevista. O assessor que era motorista (era empresário do ramo de automóveis), ganhava muito dinheiro (mas pedia dinheiro emprestado ao deputado pai), Queiroz também se ausentou justamente no momento que deveria dar explicações sobre o caso descobeerto pelo COAF, disse na mesma entrevista que estava doente e internou-se (mas não soube responde a repórter o nome do hospital) disse que depois falava a ela - como diz um amigo: ia 1º consultar os astros.

Meio a tudo isto que acontece com os Bolsonaros, indicados pelo presidente a ocupar cargos estratégicos no governo, os militares estão de orelhas e olhos bem ligados e já colocam as mangas de fora e vaticina sobre Queiroz e filhos do presidente. 2º a jornalista Mônica Bergamo, as explicações de Fabrício Queiroz não convenceram os militares bolsonaristas.

A jornalista da Folha ainda afirma que  a extrema fragilidade da entrevista do ex-assessor de Flávio Bolsonaro ainda reacendeu o 'paternalismo' transverso por parte da caserna governamental.

A linha de frente d'O Globo, não deixou barato e deu o pitaco, descendo o pau sobre a entrevista esfarrapada de Queiroz. ao SBT. O jornalista Merval Pereira chama a explicação sobre a origem do dinheiro que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro movimentou, de "marota".

Merval diz que Queiroz precisa dizer para quem vendeu os carros que diz ter vendido - e também de quem comprou. Ele ainda destaca que os funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro depositaram todo início de mês dinheiro em sua conta e que essa movimentação não foi sequer mencionada na entrevista.

Do Grupo Globo a jornalista Miriam Leitão, por sua vez, segue na mesma linha de Merval: "a versão de Fabrício Queiroz é evidentemente insatisfatória. Mesmo com toda a boa vontade do mundo é difícil considerar o caso encerrado. É preciso mostrar os registros de carros vendidos e comprados, explicar os depósitos dos funcionários do gabinete, justificar a presença dos seus familiares empoleirados na equipe de Flávio Bolsonaro, e ainda ter a comprovação bancária do empréstimo do presidente eleito Jair Bolsonaro em sua conta."