Na Paraíba descobriu-se uma novidade: lá político engana político; mas isso só não basta para virar notícia

9 de novembro de 2018 | _
Ser evangélico realmente é ser  especial, diferente e como costumamos entre nós falarmos - SEPARADO, pois é nítido que quando ocorre algo já tão comum aos brasileiros principalmente ser  (passado pra trás, calunia, difamação, roubo) seja lá o que for, e se isto foi causado, por médico, pobre, rico, político, ladrão ou ainda pastor, o que vale é que para a critica valer, tem-se que dizer que é EVANGÉLICO, se for católico, macumbeiro, ou seja lá o que, isto não importa, mas se o individuo for evangélico ou até desviado ai sim, desce a critica. Já pensou se a mídia for adicionar predicado ou o adjetivo no num sujeito católico quando este faz algo de errado? meu Deus! vira até sobrenome.

Um exemplo, me chamou atenção agora quando já ia sair do computador e me deparo com uma notícia onde o título diz: Vereador evangélico do Conde passa calote na cidade e foge com dinheiro de deputado parece que não bastou ser vereador para ser chamado de caloteiro o  irmão Cacá (Ricardo da Silva Pereira, MDB), do município do Conde, na Paraíba, tinha ele que ser evangélico para o editor do blog chamá-lo de "caloteiro".


Entenda o que ocorreu 2º o blog:

"Irmão Cacá está enfrentando problemas para prestar contas de campanha, mesmo sem ter sido candidato nas últimas eleições. O problema dele se chama Gervásio Maia (PSB), o mais votado para deputado federal na Paraíba em outubro. Irmão Cacá procurou Gervásio em agosto e propôs a ele desenvolver uma agenda eleitoral no município, o que custaria R$ 18 mil.

Irmão Cacá recebeu o dinheiro após apresentar uma planilha de custos que incluía aluguel de veículos e compra de combustível, alimentação para militantes, aluguel de muros e aquisição de outros insumos necessários à mobilização e à propaganda da campanha de Gervásio. Às vésperas da eleição Irmão Cacá rompeu com o PSB do qual era aliado, anunciou apoio a outro candidato, declarou que devolveria o dinheiro, mas simplesmente sumiu.

Procurado, o deputado Gervásio, presidente da Assembleia, não quis comentar o assunto. Mas nos bastidores da política de Conde o que se sabe é que o parlamentar não vai deixar barato essa quebra de compromisso agravada pela atitude desonesta do vereador do Conde.

Além de Gervásio, o vereador enganou outras lideranças políticas, entre as quais vereadores do Conde aos quais pediu empréstimos sob o argumento de custear um tratamento de saúde, dinheiro que na verdade seria para pagar a agiotas junto aos quais se endividou na tentativa de resolver problemas com credores de alta periculosidade, vendedores de produtos com os quais ele negocia frequentemente. Procurado pelo site para se manifestar sobre o fato, o vereador não atendeu às chamadas".

Bom seria que a moral dessa história acabasse com investigação do Tribunal Eleitoral para saber porque o deputado deu essa dinheirama ao vereador. Será que ele se vendeu ou o deputado comprou seu apoio, ou será que uma coisa é a mesma coisa? Mas, e o deputado que solicitamente (duo, deu, arrumou) esse dinheiro, afinal é um deputado EVANGÉLICO, CATÓLICO, MACUMBEIRO, BUDISTA OU O QUE? certamente não deve ser evangélico, pois não lhe conferiram o título.

Só uma pergunta!