Se jacome disputar senado na coligação de Carlos Eduardo, Jacó fica sem legenda para reeleição

25 de junho de 2018 | _

A articulação política entre Garibaldi, Agripino e o pré-candidatura à governador Carlos Eduardo Alves (PDT), com o deputado federal Antônio Jácome (PODEMOS), que supostamente levaria para a coligação de Carlos o seguimento evangélico, leia-se AD - Assembleia de Deus, para apoiar a candidatura do ex-prefeito ao governo pode melar asastúcia dos políticos tradicionais.

Essa artimanha contaria também com o apoio do PROS, dos deputado Albert Dickson candidato a reeleição e da vereadora Carla Dickson, candidata a deputada federal com o apoio de Jácome que disputaria 1 vaga de senador, no lugar de José Agripino (DEM), que iria disputar cadeira de deputado federal.

Nessa arrumação, de 1 pra cá e 2 pra lá, igual a quadrilha "junina" o federal Felipe Maia, filho de Jajá seria indicado vice de Carlos Eduardo.

Até aí tudo bem.

Mas, o problema está na candidatura do deputado estadual Jacó Jácome, filho de Jácome,. Jacó e filiado ao PSD do governador Robinson Faria candidato a reeleição e que contava com o apoio da família Jácome.

A novidade que movimentou o meio político no fim de semana, causou mal estar aos deputados do PSD, que logo disseram que não fariam a legenda a Jacó caso seu pai fosse para a base do candidato adversário de Robinson.

Robinson também havia oferecido a vaga de senador para Jácome.