Políticos miram em evangélicos quando o alvo era pra ser Deus

30 de abril de 2018 | _
Em tempos de eleições, são muitos os caçadores de votos evangélicos. Gente que nunca apareceu numa igreja, eis que de repente surge timidamente nos bancos dos templos, sem jeito e sem entender o que acontece na ora da oração, quando o servo de Deus começa a louvar o seu Senhor, falando em línguas estranhas e louvando a Deus.

É nesses tempos (de eleição), que surgem os "estranhos nos ninhos", com cara de desambientados, presente aos cultos com o único objetivo de conquistar (abater) a presa neste caso, a caça é o eleitor evangélico. 

No cenário marcado pela pulverização de pré-candidaturas, seja ela em qualquer esfera, postulantes ao cargo político se aproximam dos eleitores evangélicos para tentar alavancar suas pré-campanhas.

Segundo o Ibope, os evangélicos representam 27% do eleitorado brasileiro, ou cerca de 39,5 milhões de pessoas.

No cenário nacional, o empresário Flávio Rocha, presidenciável (de direita) pelo PRB, é o que mais tem identificação com o meio evangélico. Fiel da Sara Nossa Terra, ele tem o bispo Robson Rodovalho, presidente da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, e o pastor Marcos Pereira, presidente do PRB e um dos principais líderes da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), na coordenação de sua pré-campanha.

Já no cenário Local, o governador Robinson Faria tem dado até pregador para conquistar os evangélicos.

Não era para ser seus fies, o alvo deve ser Deus;