Bullying e o problema da violência silenciosa

4 de abril de 2018 | _
A educação do século XXI não pode se manter passiva diante de fenômeno avassalador, como bullying, por exemplo, que compromete o presente e o futuro de nossa sociedade, apresentando consequências para além do imaginável.

“Ser excluído ou sofrer ostracismo é uma forma invisível de bullying e geralmente nós subestimamos seus impactos”, diz Kipling D. Williams, autor do estudo. “Ser excluído por colegas no colégio, no trabalho, ou mesmo cônjuges ou familiares pode ser insuportável. E como o ostracismo é uma experiência de três estágios – os atos iniciais de ser ignorado ou excluído, enfrentamento e resignação –, os sentimentos de dor podem ter efeitos duradouros. Pessoas e clínicos precisam estar atentos sobre isso e assim evitar depressão e outras experiências negativas”.

Segundo Williams, a dor da exclusão é física também. “Quando uma pessoa é isolada socialmente, o córtex cingulado dorsal anterior do cérebro, que registra a dor física, também sente essa injustiça social”, explica Williams. “Ser excluído, portanto, é doloroso porque ameaça as necessidades humanas fundamentais, que são o pertencimento e a autoestima. E essa dor pode ser sentida mesmo quando a exclusão é praticada por um desconhecido ou por um curto período”.

Colegas de salas de aulas são vitimas de grupos jovens imbecis, que se igualam a delinquentes. 

O mais interessante no bullying, seja ele virtual ou mesmo presencial, é que as agressões são gratuitas, só trazem prejuízo para quem recebe e um prazer doentio a quem o pratica.

Injustiças, safadezas que servem para jovens idiotas sentirem momentos prazerosos ao tratar um colega com diferenças. É como se tivessem se drogando, como verdadeiros imbecis.

Chegam a excluir colegas de grupos de trabalhos em sala de aula. Ao mesmo tempo que se passam de santo (pau oco) nas redes sociais.

Jovens idiotas, o retrato do futuro de um país. Delinquentes, filhinhos de papai, moleques que se formaram em medicina, humana e veterinária, que hoje ponhe em risco vidas de colegas.

Que profissional será estes no futuro com o desconhecido.

Esse estudante idiota de hoje como vai tratar seu pet ou você amanhã?