STF "Os santos fortes" que perdoam políticos corruptos

14 de fevereiro de 2018 | _

A pesar de se ver políticos e empresários corruptos sendo presos no Brasil, a justiça inegavelmente ainda protege seus queridinhos poderosos que exercem grande influência no plano político administrativo da máquina nacional. 

Prova disso são os que de alguma maneira se livram de processos judiciais.

O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou arquivar uma das frentes de investigação surgidas a partir da delação de Sérgio Machado — ex-presidente da Transpetro, uma empresa subsidiária da Petrobras — que acusa o senador Aécio Neves (MG).

Já outro poderoso, trata-se do senador Romero Jucá do MDB. Jucá era investigado por supostos desvios de verbas federais para o município de Cantá, localizado em Roraima, estado pelo qual ele foi eleito, mas seu processo foi arquivado pro prescrição. A decisão de arquivar foi tomada pelo relator, ministro Marco Aurélio Mello, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Nesses casos, a praxe é atender o pedido do órgão acusador.

José Serra, senador por São paulo também se livrou de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), onde a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se manifestou ao Corte pedindo o arquivamento de um inquérito que investiga o senador do PSDB.

O presidente Michel temer tem se livrado de forma mais particular, ele Temer tem comprado grande parte do Congresso. Temer torce para se livrar de 1 turbilhão de acusações.

Assim como, os demais acima, acreditamos que políticos tem no Supremo seus "santos fortes".