Collor conta com a memória curta e a nova geração que desconhece o que ele tem de 'roxo"

27 de janeiro de 2018 | _
E lá vem ele 25 anos depois de renunciar à Presidência, numa tentativa desesperada de escapar do impeachment por corrupção em seu governo, Fernando Collor de Mello está de volta à disputa sucessória. Ele afirma que vai pôr novamente sua candidatura na ruas, na tentativa de repetir a vitória surpreendente de 1989. O ex-governador de Alagoas, hoje senador pelo PTC de seu estado, aposta suas fichas na memória curta do povo brasileiro. Pode até ser curta, mas não tanto quanto ele pensa. Ainda estão vivos na cabeça de várias gerações o despreparo e a prepotência de Collor — e também a rede de corrupção que seus asseclas montaram.