Cientista cristão mostra evidências que comprovam a criação do homem por Deus

23 de novembro de 2017 | _
Em entrevista ao Guiame, o físico Adauto Lourenço mostra as principais evidências científicas que sustentam o relato bíblico da Criação do mundo.


guiame.com.br - Existe uma harmonia entre a ciência devidamente estabelecida e a Bíblia corretamente interpretada, de acordo com o físico Adauto Lourenço. Foram as próprias evidências científicas que o convenceram sobre a literalidade das Escrituras Sagradas.

Por muitos anos, Lourenço foi conhecido como um evolucionista teísta, uma linha de pensamento que busca conciliar a criação de Deus e a Teoria da Evolução. No entanto, há 20 anos, o físico mudou seu posicionamento para o Criacionismo, diante das evidências encontradas em suas pesquisas.

“Não foi uma passagem religiosa, não foi uma conversão, porque eu já vinha de um berço evangélico, já havia nascido de novo em Cristo muitos anos atrás. Essa passagem aconteceu devido à evidência científica”, disse ele em entrevista ao Guiame durante o Encontro Nacional de Universitários.

O físico observa que muitas evidências científicas comprovam os relatos bíblicos e afirma que o livro de Gênesis não é anticientífico. “Plantas foram criadas no terceiro dia. O sol e as estrelas foram criados no quarto dia. As pessoas chegam para mim e falam: ‘Está vendo? Isso é impossível!’ Não é impossível, porque plantas precisam de luz, e a luz foi criada no primeiro dia”.

Quando a Bíblia fala da criação do ser humano e relata que o homem foi formado do pó da Terra, Lourenço explica que a origem hebraica da palavra pó é “menor partícula possível”. “As menores partículas hoje são os elementos químicos que nós temos, são os átomos. O fascinante é que 60 elementos químicos do nosso corpo são encontrados no solo da Terra. O único planeta do sistema solar que possui elementos químicos para fazer o ser humano, é a Terra”.


Muitas pessoas também consideram absurdo o relato da criação da mulher, mas o físico acredita que a descrição bíblica está correta e foi descrita em um linguajar de fácil compreensão.

“Deus fez cair um pesado sono sobre Adão e ele adormeceu. Isso é anestesia geral, ele iria ser operado. Deus retirou uma costela porque, na medula óssea vermelha, nós encontramos as células-tronco. Se você vai clonar alguém, ali é o lugar de retirar. O texto diz ainda que Deus fechou o lugar com carne, ou seja, fez uma cirurgia de reparação. Diz também que transformou essa costela em uma mulher, ou seja, eles têm material genético para a clonagem e a engenharia genética”, explica Lourenço.

“O homem possui cromossomos X e Y. Para Deus transformar o material genético do homem em uma mulher, Ele só precisa duplicar o X. Se Deus tivesse começado com uma mulher, Ele teria que criar o Y do nada”, ele completa.

Desmascarando a Teoria da Evolução

Além de sustentar os relatos bíblicos, algumas evidências científicas desmascaram a Teoria da Evolução. Uma delas é a seleção natural, que defende a sobrevivência de indivíduos mais adaptados a determinada condição ecológica, sendo eliminando aqueles que estão em desvantagem para essa mesma condição.

“O problema é que, o que sabemos hoje de seleção natural, está ligado à quantidade de informação genética que um organismo tem. Para que a seleção natural ocorra, algo deve se transformar em outra coisa. Mas a informação genética disponível não faz com que ‘isso’ se transforme ‘naquilo’”, Lourenço explica.

“Vamos pegar um exemplo prático: a boa pata de um réptil. Vamos imaginar que essa boa pata iria evoluir e, lá na frente, esse animal se tornaria uma ave. Para que essa boa pata se transforme em uma boa asa, no meio [do processo] ela não seria nem uma boa pata, nem uma boa asa. A seleção natural faria com que isso deixasse de existir. A seleção natural é um mecanismo que impede o processo evolutivo; exatamente o contrário daquilo que muitos acreditavam”, esclarece.

Lourenço lembra que Charles Darwin, quando escreveu seu livro, disse que o maior problema com sua teoria é que não havia evidências de evolução. “A quantidade de evidências mostrando que a evolução nunca aconteceu, no registro fóssil, na genética, na biologia, nos processos naturais, é esmagadora. Continua sendo ensinado aquele mecanismo de forçar a pessoa a aceitar por intimidação. Hoje um aluno não pode mais dizer que não concorda com isso”, observa.

“Se é teoria, é porque não foi provada ainda”, o físico destaca. “É por isso que ela tem o nome de Teoria da Evolução. Tecnicamente, não deveria nem mesmo levar o nome de teoria, deveria ser ‘Hipótese da Evolução’. Porque teoria necessita ser testável, e a evolução não é testável”.