"Porque eu sou macauense..." - Eduardo Lemos

5 de outubro de 2017 | _
Imagem: Macau em Fotos
Por que eu sou macauense foi tema central do discurso do médico Eduardo Lemos, ao agradecer na última segunda (2) no Porto de Ama, a Comenda 9 de Setembro, proferida pela câmara. De modo linear e com o foco no amor, Eduardo descreve em seu discurso por que é Macauense, justifica seu sentimento por Macau relembrando seus préstimos à cidade de Macau e a seu povo, que muito já passaram por ele seja na necessidade do atendimento médico ou fazendo uso diariamente de obras que conquistou para Macau e região com sua influência política. Assim descreveu em seu discurso por que é macauense.

Ao longo de seu pronunciamento, seus agradecimentos a Deus pela família que lhe deu, esposa e quatro filhos, além de contar um pouco sobre sua vida como morador de Macau.

Em evento patrocinado por uma entidade política, não poderia Eduardo se furtar de apimentar o discurso sem falar é claro de política.

E escolheu começar se referindo a Wilma de Faria, ex-governadora e sua amiga. Falou de sua amizade com e de como usou seu prestigio com a então governadora para transformar Macau.

"Não usei meu prestigio e amizade com Wilma para pedir emprego pra filho, emprego pra irmão, emprego pra sobrinho, nunca fiz isso! Pedi pelo coletivo". Disse ainda o médico... dividindo o governo em três grupos,que há uma minoria de pessoas empenhadas efetivamente em ajudarem, mas pelo outro lado dois outros grupos malévolos enormes querendo se aproveitarem e por ultimo um outro grupo nefasto, horroroso composto por bajuladores.

Como para "bom entendedor um pingo é letra". Fica o recado de Eduardo Lemos para o governo que ajudou a eleger. Cabe a frase: "Se arrependimento matasse!"

O certo é que Eduardo deu o "tapa na cara".

Perto do final... uma frase marca ainda mais o retilíneo discurso do médico, onde diz que quando há interesse do gestor, "afastam-se os bandidos os sujos e os corruptos e não dar ouvidos aos bajuladores", Eduardo continua... "Um governo deve ser limpo e transparente e com diálogo continuo e frequente com a população".

- O que então dizem agora os bajuladores e bandidos depois do recado dado?

Eduardo encerrou seu discurso referindo-se a seu pai, o homem Zé Teteo, que lhe entregou a comenda ao lado do vereador Pintinho e agradecendo aos filhos.

Não estava presente, mas daqui envio os nossos aplausos!