Firme e cristalizado eleitorado de Lula o coloca com dobro de votos de seus opositores diz pesquisa Datafolha

1 de outubro de 2017 | _
É destaque em jornais e blogs nacionais desde ontem (30) comentários sobre a pesquisa Datafolha, que por mais uma rodada de pesquisa de diferentes institutos, bom que fique claro, vem liderando em todas as consultas o ex-presidente Lula da Silva. As manchetes e reportagens publicadas, dão enfase não somente a liderança do presidente, mas a seu nome envolvido na Lava Jato.

Mas, nem mesmo por isso... Lula tem sofrido reflexo de queda nas pesquisa, ao contrário. O ex-presidente tem subido a cada consulta realizada independente de seu nome está relacionado a “condenação” imposta pelo juiz Sergio Moro, os “escândalos”, são repetidos ad nauseam. Em algumas matérias, repete-se 3, 4 5 vezes, no mesmo texto, que o ex-presidente é alvo da Lava Jato.

Na Folha, a manchete é “ Força eleitoral de Lula resiste após condenação na Lava Jato”.

Os direitistas estão doidos, a imprensa estupefata com a resistência de Lula, que vão acabar se rendendo a maior liderança política de todos os tempos no Brasil. 

A pesquisa Datafolha mostra Lula com 35% de intenções de voto, mais que o dobro dos dois adversários mais próximos. 

O levantamento foi realizado na (quarta,  27 e na quinta, 28), e indica que Lula mantém a liderança.

Na pesquisa estimulada, em que são exibidos cartões com os nomes dos candidatos, Lula lidera em todos os cenários em que participa, com pelo menos 35% das intenções de voto.

Nas menções espontâneas Lula é o preferido. E mais, aumentando essa vantagem de 15% para 18% desde junho, segundo o Datafolha.

Isso tudo após a condenação imposta pelo juiz Sergio Moro, sem que as provas tenham sido convincentes para tal julgamento.

A pesquisa também mostra que a taxa de rejeição ao ex-presidente caiu nos últimos três meses: 46% dos eleitores disseram em junho que não votariam em Lula de jeito nenhum. Agora, 42% têm essa opinião.

O Datafolha fez 2.772 entrevistas em 194 cidades. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O mais interessante é que nem em 2002 nem em 2006, quando venceu duas eleições presidenciais, Lula havia atingido um patamar tão alto quando faltavam um ano para a corrida às urnas.

Assim, fica evidente que um candidato apoiado por Lula, seja qual for, herdará a maioria de seus votos, dado o caráter personalizado do voto lulista.