Deputado do PSDB Potiguar acusado no STF quer acabar com garantias nos planos de saúde à clientes

1 de outubro de 2017 | _
O parlamentar potiguar, deputado Rogério Marinho (PSDB) protagonista da reforma que colocou o trabalhador brasileiro em xeque, afim de atrair empresário de todo o país ao "derrame" em sua campanha, achando pouco o que fez, volta a protagonizar agora como relator da Lei dos Planos de Saúde. Marinho sem dó e pena, focado no que isso poderá lhe render durante sua campanha, que de barato nem mesmo o marido da 'barata", o deputado "está com tudo e não está prosa".

Rogério agora quer o fim da proibição de alta nos planos após os 60 anos.

Ele também defende o fim do rol mínimo de procedimentos, uma lista de exames, cirurgias e tratamentos que empresas hoje são obrigadas a fornecer a seus usuários.

A ideia é fazer com que a relação, preparada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a cada dois anos para garantir que usuários não tenham acesso apenas a tratamentos obsoletos, passe a ser opcional. Em troca de uma mensalidade mais barata, o consumidor poderia permanecer com uma cobertura menos atualizada.

O deputado tucano Rogério Marinho está sendo investigado em um inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal - STF, por seu envolvimento em uma empresa terceirizada que coagia funcionários demitidos a renunciar às verbas rescisórias e a devolver a multa do FGTS. Por meio das fraudes, a companhia se apropriou ilegalmente de 338 mil reais devidos a mais de 150 trabalhadores, afirma o Ministério Público do Trabalho - MPT.

O inquérito 3386 aponta indícios de que o tucano mantém sociedade com Francisco das Chagas de Souza Ribeiro, responsável pela gestão da Preservice Recursos Humanos. A Preservice é uma tradicional fornecedora de mão de obra terceirizada – porteiros, faxineiros e cozinheiros – para o poder público em Natal,