Pauta de oposição vira mais uma vez demanda da prefeitura de Macau

7 de julho de 2017 | _
As Redes Sociais tem tomando a dianteira em assuntos relacionados a política em todo o globo, e na cidade macauense não tem sido diferente. O Facebook e o Whats, tem se transformado em verdadeiros tatames ou campo de guerra, para governistas e oposicionistas, com uma larga vantagem para os opositores ao governo do prefeito Tulio Lemos. E tem sido através das redes e dos blogs da cidade que tem se pautado as demandas durante todo o primeiro semestre do desgoverno Lemos.  

Cada vez que as redes e blogs levantam questões em determinadas áreas administrativas, apontando irregularidades, são sob as ordens do senhor Bosco, Afonso ou Lemos, que logo se arruma um tal de mutirão, divulgado pela comunicação como se fosse uma pauta positiva do desgoverno, para encobrir os erros. Detalhe: pautado pela oposição (blogs e redes sociais).

O blog é Francisco Gomes, não poderia desta vez culpar a gestão dos Lemos, quanto ao assunto mais comentado nas redes sociais de ontem pra hoje - lâmpadas incandescentes - Desta vez o erro foi da oposição.

A oposição cometeu um equivoco quando quis desta vez pautar a agenda da gestão municipal. 

O vereador Kekel, que assegurou o bastão de escudeiro da oposição, por exemplo, bateu por várias vezes no assunto TIP - Taxa de Iluminação Pública, que a população paga enquanto as ruas da cidade estão as escuras. 

Aí a prefeitura vai e troca as lâmpadas, e mesmo assim todo mundo caiu de pau no prefeito.

Peraí meu! A culpa é do vereador. 

Depois que Kekel denunciou nas redes sociais, a PMM deu inicio ao fim do apagão nas ruas. O que tem Tulio, Bosco ou Afonso com as lâmpadas incandescentes se Kekel que tanto "bateu" na escuridão, não explicou que não se usa mais esse tipo de lâmpadas, de alto consumo de energia? 

Vereador faça favor... na próxima vez que o senhor demandar a gestão Tulio Lemos à realizar um serviço à população, faça direito amigo. Explique que essa coisa de adquirir lâmpadas incandescentes não existe mais, isso é coisa do passado, lá do tempo que o prefeito era Afonso Lemos.

Vamos ensinar direito vereador!