Policiais sofrem perseguição política em Macau e podem serem "rifados" pelo governo do RN

22 de junho de 2017 | _
Coragem é a característica mais importante para ajudar a acabar com a perseguição política sofrida por servidores públicos – seja qual for o motivo, em qual for a esfera, federal, estadual ou municipal. A perseguição  é, infelizmente, uma prática frequente nas repartições públicas, tão comum, desigual e desonesta, de forma não importar se o servidor esteja ou não na mesma esfera que o político.

Nos dias de hoje, ainda se usa esse método canalha e covarde do coronelismo fajuto, como forma do político mostrar aos demais que determinada prática não deve ser seguida, pois será punido. 

Em Macau policiais militares subordinados a secretaria de Segurança Pública do Estado, terão que comparecerem ao Comando Geral de Policia, onde provavelmente passem por constrangimentos e até mesmo sejam transferidos de suas cidades por opção política contrária ao prefeito que protagoniza tudo isto. 

Caso os dois policiais sejam transferidos de Macau, estes não serão os primeiros, a sofrem com as perseguições do governo Tulio Lemos. Na campanha de 2016, o prefeito através do governador Robinson Faria, já teria tirado de Macau o policial Paulista, pelo simples motivo de não votar no correligionário do governador.

É importante que na existência de alguma punição aos policiais devido suas opções políticas, que se faça uma denuncia na corregedoria da PM e no MP, pelo abuso.

Hoje há muitos canais para se denunciar a perseguição. Se for muito grave, pode ser feita diretamente no Ministério Público. Embora sempre tenha existido essas manobras entre comando das PM's e os governantes, não se pode deixar que tal atitude seja classificada como algo comum e mais uma rotina de trabalho.

Estamos de olho.