Temer corta em 44% orçamento da PF e atrapalha as investigações da Lava Jato

21 de maio de 2017 | _
O que Lula e Dilma não fizeram, está semana um dos assuntos que mexeu com os EUA, foi a demissão do diretor do FBI a (Polícia Federal do Estados Unidos), James Comey pelo presidente Donald Trump. A demissão se deu por carta, enviada a Comey e divulgada pela Casa Branca, na qual Trump informa que ele foi “removido do cargo, com efeito imediato”. A medida foi tomada em meio ao processo de investigação realizado pelo FBI sobre as possíveis relações entre Trump e assessores de campanha com autoridades russas antes das eleições.

A atitude de Trump foi o bastante para o congresso entender que o presidente pode enfrentar processo de impeachment.

Já no Brasil... depois de se ver sob ameaças de ter seu mandato cassado por ter sido delatado na Lava Jato por Joesley Batista, executivo da JBS, o presidente Michel Temer já se prontificou de cortar orçamento da Polícia Federal. Com isso o governo do presidente Michel Temer corta de forma expressiva o efetivo de investigadores, que em três vem desvendando o escândalo na Petrobrás, que revelou um mega esquema de cartel e corrupção, que abasteceu nos últimos 13 anos os cofres dos partidos da base e da oposição, deflagrando em março de 2014, a Lava Jato é a maior e mais longeva operação de combate à corrupção da PF, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e Receita Federal.

No início do ano, o efetivo total chegou a ser de quase 60 policiais – entre delegados, agentes e peritos. Hoje, não passa de 40 e sem atuação exclusiva. O número de delegados da PF cai de 9 para 4.

Com cortes no custeio, o efetivo diminui e há um reflexo direto nas apurações, pois há menos estrutura para as mega operações.

Brasil esses cortes não significa atrapalhar ou por fim nas investigações. No Brasil, essa é mais uma forma legal de livra bandidos de colarinho branco, normal.